Pois é, me divirto colocando referências, mas fico meio encafifado se o leitor vai perceber ou não. Pior ainda porque sou fã de filmes e séries de até bem antes do meu tempo.
Achei legal então mostrar algumas. Assim como a aventura na webcomic, essa página vai ter updates; sempre uma coisinha nova (ou velha) por aqui.
Vamos lá:
A primeira referência acontece logo no capítulo 2.
A citação de Polanski e o Bebê de Rosemary é porque no filme (é de 1968, então vai rolar spoilers), o diretor Polanski em nenhum momento mostra o bebê, mas a tinha gente saindo do cinema descrevendo o bebê com olhos vermelhos e chifres. Na história, se tratava do filho do Diabo. Mas, repito, ele brincou bonito com a imaginação do povo. O bebê nunca foi mostrado.
Deus é contratado!
Personagem recorrente de tudo que é mídia (e usado há milênios), no capítulo 4, a EMPRESA contrata Deus pra equipe da nave Atmosphera2, a fim de tornar suas missões mais eficientes. Eu sou ateu, não curto muito a idéia... mas...
A referência é direta a Jornada nas Estrelas V. No filme com uma das melhores premissas (e resultados nem tanto) da série, a tripulação da Enterprise é sequestrada e "mais ou menos" obrigada a ir a um planeta específico onde estaria Deus!
A pergunta do capitão Kirk do por que de Deus precisar de uma nave espacial é antológica.
Assista ao vídeo!
Peladinha do espaço sideral!
A citação de Polanski e o Bebê de Rosemary é porque no filme (é de 1968, então vai rolar spoilers), o diretor Polanski em nenhum momento mostra o bebê, mas a tinha gente saindo do cinema descrevendo o bebê com olhos vermelhos e chifres. Na história, se tratava do filho do Diabo. Mas, repito, ele brincou bonito com a imaginação do povo. O bebê nunca foi mostrado.
Deus é contratado!
Personagem recorrente de tudo que é mídia (e usado há milênios), no capítulo 4, a EMPRESA contrata Deus pra equipe da nave Atmosphera2, a fim de tornar suas missões mais eficientes. Eu sou ateu, não curto muito a idéia... mas...
A referência é direta a Jornada nas Estrelas V. No filme com uma das melhores premissas (e resultados nem tanto) da série, a tripulação da Enterprise é sequestrada e "mais ou menos" obrigada a ir a um planeta específico onde estaria Deus!
A pergunta do capitão Kirk do por que de Deus precisar de uma nave espacial é antológica.
Assista ao vídeo!
Peladinha do espaço sideral!
No Capítulo 9 (A Missão - parte 4) a referência é a um dos filmes que mais gosto na vida! Trata-se de Lifeforce de 1985, que saiu aqui no Brasil como Força Sinistra, dirigido por Tobe Hooper e que tem Mathilda May fazendo uma das alienígenas mais gostosas de todos os tempos. Na história, astronautas catam a boazuda numa nave na calda do cometa Halley. Tem uns caras também, mas isso não é importante. De volta à Terra, a criatura escapa e vai absorvendo energia das pessoas que, sobrevivendo, passam a depender de fazer o mesmo com outras, gerando uma epidemia. Eles descobrem mais tarde que aqueles alienígenas provavelmente deram origem à nossas lendas de vampiros. Destaco a trilha sonora de Henry Mancine banhando a seriedade com que o filme é conduzido. Filmaço em história, efeitos da época e mulher pelada!
Já conseguiu desgrudar de ver a foto acima? eu espero...
Mercenários das Galáxias também é referenciado no meu quadrinho doido. É no desenho da nave da vilã Dalva no Capítulo 18 (A Vilã parte 3). Battle Beoynd the Stars é um filme que eu adorava quando criança. Ele é bem esdrúxulo e é mais uma versão de Os Sete Samurais de Akira Kurosawa... no espaço. É de 1980. Olha a nve, não parece que vai sair leite? falando em leite, e os peitões da atriz Sybil Danning? A ficção científica me tornou um tarado, não é culpa minha...
Olha a tosqueira!
Uma leitora escreveu dizendo: "desculpe, mas achei mega tosco, sorry!"
Não sei bem o que ela entendeu ou o que eu entendi. Me restou agradecer o feedback de qualquer forma.
Pro Capítulo 26 (Os TITÃS - parte 1) a referência é clara para os fãs da série clássica de Jornada nas Estrelas (gosto demais!). Sim, é tosco! E pra "melhorar" ainda, fundi com um personagem "tudo" a ver: A Mosca da Cabeça Branca (The Fly de 1958) um dos filmes com um final que me dá medo até hoje e ainda teve duas sequências e o maravilhoso remake de David Cronenberg em 1985 (também teve sequência). A versão de Cronenberg eu assisti cerca de 25 vezes e, na minha opinião, tem a melhor trilha sonora já feita. É de Howard Shore. Inigualável.
Na versão de Cronenberg, a melhor frase da história do cinema:
"Já ouviu falar em política de insetos? nem eu. Insetos não tem política. Sem compaixão, sem acordo, não se pode confiar num inseto...
"Estou dizendo que sou um inseto... que sonhou que era um homem... e gostou muito. Mas agora o sonho acabou... e o inseto está acordado!"
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E pra fechar a tosqueira, o personagem "Terapudim" é baseado numa coisa muito estrambólica que vi num comercial: o Mega Pudim. Não há muito o que falar, veja você:
DRAGÃO INVISÍVEL!
Apenas quem conhece alguma coisa sobre Carl Sagan vai entender a brincadeira com o Dragão Invisível. O texto do excelente livro O Mundo Assombrado Pelos Demônios ilustra muito a atitude que se tem de acreditar em algo... porque sim. O texto fala por si e merece ser citado na íntegra. É esse:
SANGUE e ARENA!
A exagerada (e muito boa) série Spartacus é claro um ambiente que peguei de zoada pros personagens passarem um perrengue. Se não conhece...
– Um dragão que cospe fogo pelas ventas vive na minha garagem.
Suponhamos (estou seguindo uma abordagem de terapia de grupo proposta pelo psicólogo Richard Franklin) que eu lhe faça seriamente essa afirmação. Com certeza você iria querer verificá-la, ver por si mesmo. São inumeráveis as histórias de dragões no decorrer dos séculos, mas não há evidências reais. Que oportunidade!
– Mostre-me – você diz. Eu o levo até a minha garagem. Você olha para dentro e vê uma escada de mão, latas de tinta vazias, um velho triciclo, mas nada de dragão.
– Onde está o dragão? – você pergunta.
– Oh, está ali – respondo, acenando vagamente. – Esqueci de lhe dizer que é um dragão invisível.
Você propõe espalhar farinha no chão da garagem para tornar visíveis as pegadas do dragão.
– Boa idéia – digo eu –, mas esse dragão flutua no ar.
Então você quer usar um sensor infravermelho para detectar o fogo invisível.
– Boa idéia, mas o fogo invisível é também desprovido de calor.
Você quer borrifar o dragão com tinta para tomá-lo visível.
– Boa idéia, só que é um dragão incorpóreo e a tinta não vai aderir.
E assim por diante. Eu me oponho a todo teste físico que você propõe com uma explicação especial de por que não vai funcionar.
Ora, qual é a diferença entre um dragão invisível, incorpóreo, flutuante, que cospe fogo atérmico, e um dragão inexistente? Se não há como refutar a minha afirmação, se nenhum experimento concebível vale contra ela, o que significa dizer que o meu dragão existe? A sua incapacidade de invalidar a minha hipótese não é absolutamente a mesma coisa que provar a veracidade dela. Alegações que não podem ser testadas, afirmações imunes a refutações não possuem caráter verídico, seja qual for o valor que possam ter por nos inspirar ou estimular nosso sentimento de admiração. O que estou pedindo a você é tão-somente que, em face da ausência de evidências, acredite na minha palavra.
A única coisa que você realmente descobriu com a minha insistência de que há um dragão na minha garagem é que algo estranho está se passando na minha mente. Você se perguntaria, já que nenhum teste físico se aplica, o que me fez acreditar nisso. A possibilidade de que foi sonho ou alucinação passaria certamente pela sua cabeça. Mas, nesse caso, por que eu levo a história tão a sério? Talvez eu precise de ajuda. Pelo menos, talvez eu tenha subestimado seriamente a falibilidade humana.
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Se interessou pelo livro? vale a pena comprar e ter sempre à mão. Isso não é uma propaganda, não ganho nada, na verdade ainda não sei como capitalizar com meu quadrinho. Mas se o pequeno trecho não te convenceu, ouça o livro na íntegra.
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Se interessou pelo livro? vale a pena comprar e ter sempre à mão. Isso não é uma propaganda, não ganho nada, na verdade ainda não sei como capitalizar com meu quadrinho. Mas se o pequeno trecho não te convenceu, ouça o livro na íntegra.
SANGUE e ARENA!
A exagerada (e muito boa) série Spartacus é claro um ambiente que peguei de zoada pros personagens passarem um perrengue. Se não conhece...








